O que Divino compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Divino compraram US$ 69,6 mil de outros países. É 26% a menos do que nos 12 meses anteriores, quando foram US$ 93,6 mil.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 378 cidades de Minas Gerais que importaram, Divino ficou em 269º lugar. No Brasil, em 1.921º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Adubos minerais ou químicos, contendo dois ou três dos seguintes…78 toneladasUS$ 42,5 mil61%
- 2Aparelhos mecânicos para projectar…0,1 toneladasUS$ 27,2 mil39%
Todos os países (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
- 1ChinaUS$ 42,5 mil61%
- 2Estados UnidosUS$ 27,2 mil39%
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2021US$ 68,8 mil
- 2022US$ 222,2 mil
- 2023US$ 13,9 mil
- 2024US$ 247 mil
- 2026 (até setembro)US$ 69,6 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Divino
Quanto Divino importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Divino (MG) compraram US$ 69,6 mil de outros países: 2 produtos, de 2 países.
O que Divino mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Adubos minerais ou químicos, contendo dois ou três dos seguintes… (61%), Aparelhos mecânicos para projectar… (39%).
De quais países Divino mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram China (61%), Estados Unidos (39%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.